O caminho dos doze

O Paladino Etéreo

e a invasão na cidade Drow.

Auron ajudava com as atividades no Abrigo do Inverno, enquanto não recebia nenhuma informação por parte do grupo que foi até Gorbert. Isto estava começando a incomodá-lo. Durante uma das noites, ele acordou novamente na montanha e a mesma gruta onde o Monge meditava apareceu. Ele adentra o local e pergunta para o Monge porque estava novamente naquele ponto, se não havia pedido por uma comunicação com ele.

Então o ancião responde dizendo que foi sua preocupação que o levou para lá. E, por causa disso, ele já sabia o que fazer para ajudar Auron. O monge explica um procedimento que ele chama de “Desprendimento”. Este processo faz com que a parte espiritual se desprenda da parte física e possa adentrar outro corpo, bastando apenas que esta pessoa tenha tido contato físico com uma pessoa que tocou Auron. O monge faz um movimento com as mãos, criando uma série de símbolos dourados e pede que Auron se concentre em um dos seus amigos. Antes de finalizar, ele avisa o paladino de que podem haver problemas se ele forçar a sua parte física vir pela espiritual. O pior cenário seria o espírito dele ficar em um limbo em que nenhum corpo poderia ser um receptáculo, nem mesmo o seu. Ele também é orientado a deixar a sua parte física em um ambiente saudável, pois se algo acontecer ao seu corpo, a parte espiritual se desfaz.

Auron então acorda num rompante e vai até a torre onde Valtrun vive. Ele explica para o sábio sobre a necessidade que tem de alojar seu corpo em um lugar seguro e sabe que ali ele pode manter tudo sob controle. Isto feito, Auron dorme e volta ao local do monge. E então começam o processo de Desprendimento. Auron passa por várias visões, até obter as situações vividas por todos os seus companheiros. Ele então vê que há uma figura em comum em todas as visões e decide dominar aquele corpo.

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Gilbert dormia, quando de repente sente como se houvesse uma outra mente pensando com ele, como se houvesse uma outra alma. E ele começa a saber de coisas desta alma. Eis que então, ele mesmo diz (mesmo sem ter a intenção de dizer) que ele se chamava Auron e que precisaria do corpo e do conhecimento que Gilbert tinha para poder chegar rapidamente aos seus amigos. Gilbert então rebate a voz – o que, na atual situação, é falar com ele mesmo – dizendo que não entende o que está acontecendo e começa a duvidar da sua sanidade e achar que tomou muito “Levanta-Morto”.

Porém, Auron lhe mostra tudo o que aconteceu e Gilbert consente em ajudar, somente por causa da imagem de Salvana (que ele teve acesso quando fez uso das memórias de Auron). Então, Gilbert e Auron partem até o ponto onde viram o grupo pela última vez, escoltado por um guarda-costas pessoal de Gilbert.

Chegando na ponte, eles encontram guardas Drow que questionam Gilbert pela sua presença lá, sendo que já havia passado recentemente para extrair a essência que inseria no “Levanta-Morto”. Gilbert e Auron não conseguem chegar em um acordo, o que faz com a parte física de Gilbert fale consigo mesmo, deixando o guarda-costas com medo achando que seu contratante está ficando louco.

Porém, Gilbert toma controle por tempo suficiente para que pudesse usar uma de suas maiores habilidades: o blefe. Os guardas caem facilmente no papo de Gilbert e eles prosseguem adiante na cidade Drow, para que possam encontrar seus companheiros. Eles percebem que os habitantes fazem suas atividades com uma apatia visivel, o que denota que algum tipo de controle está sendo exercido sobre os cidadãos.

Dentre as galerias em que a cidade é construída, Gilbert encontra o local onde o grupo parece estar encarcerado. Eles adentram o locar e, ao abrir a porta, dois guardas os abordam questionando o porque deles estarem ali e como conseguiram descobrir aquele lugar. Auron nota que os seus companheiros estão dormindo, o que muda bastante sobre a ideia de que eles estão presos.

Auron percebe que, para que o grupo possa ouvi-lo, ele terá de dar um passo a mais no processo de desprendimento. Então, ele faz com que sua voz seja ouvida pela boca de Gilbert. Neste momento, o grupo passa a acreditar que ele é Auron e permite sua entrada no quarto. Lá, eles explicam que foram trazidos pra dentro da cidade como se fossem prisioneiros para não levantar nenhum tipo de suspeita. A maioria dos habitantes está sob uma hipnose, muito provavelmente foi causada por Gorgio. Eles dizem que precisam invadir a Pirâmide Inversa, para obter a tal chave para a Montanha Sem Fim e livrar a cidade deste domínio.

Depois de se atualizarem, eles se encontram com Iniys e os guardas aliados. Eles bolam um plano em que Iniys e os guardas iriam escoltá-los pela cidade até chegar na Pirâmide, para que eles possam acessar o primeiro nível. Tudo corre conforme pensado e eles chegam a praça onde a Pirâmide fica localizada. Uma gigantesca estrutura que, praticamente, serve de base para a cidade drow. Como ela é tem sua posição invertida, a maior parte fica para cima e a ponta da pirâmide apontada para o abismo da Garganta Negra. Por um instante, eles pensam que se não fosse pea ajuda de Gilbert, nunca teriam chegado ali tão rapidamente.

Iniys então faz um sinal e os guardas formam um círculo em torno do grupo. Ela se move para onde há um glifo, encosta a sua mão e uma abertura se forma no meio da praça. O grupo não pensa duas vezes e se lança para dentro da pirâmide. Neste momento, um intenso ataque é feito aos guardas e Iniys. Ela percebe que deve lutar, para dar tempo ao grupo. Há tempo apenas para que os guardas joguem todos os pertences do grupo pela entrada. Para assegurar que o grupo possa completar a missão tranquilamente, Iniys fecha a passagem.

Eles percebem que estão em uma sala teoricamente pequena, considerando o tamanho da “base” da pirâmide e veem que há apenas uma alavanca ao centro da sala. Sem nenhuma outra alternativa aparente, eles a puxam. Um facho de luz se estende pela sala e puxa o grupo. Ao abrirem os olhos, eles notam que estão em uma plataforma flutuante e que todo o ambiente não tem paredes. Se caírem dali, provavelmente ficarão na eternidade daquele abismo. Também veem que nas extremidades desta plataforma existem vários ovos prestes a eclodir. De acordo com a informação passada por Iniys, eles teriam que quebrar o ovo onde a alavanca para o próximo nível está localizado. Quebrar o ovo errado significa liberar um perigo. Portanto, cada escolha deveria ser muito bem considerada antes de qualquer ação.

Porém, ao se descuidar por um instante, Garel acaba pisando em um ovo e liberando a alma de um guerreiro que está presa à aquela dimensão. O grupo se prepara para iniciar a batalha, mas Lizandra age rapidamente e consegue eclodir o ovo correto antes que a luta começasse. Isso faz com que eles passem para o próximo nível.

No segundo nível, eles se deparam com uma nova plataforma flutuante. Porém, nesta existem várias espécies de cogumelos que contém um gás extremamente venenoso – informação obtida depois de uma checagem rápida feita por Tywin.

O grupo então parte atrás da alavanca que leva ao terceiro nível da pirâmide. Eles a encontram com facilidade e partem para o último nível.

Eles são puxados por uma luz que os leva até uma catacumba. Nela, várias tumbas são vistas e eles logo deduzem que algum perigo está a espreita. Assim que eles acham e acionam a alavanca, ao invés de serem transportados, as tumbas são abertas e um grupo de múmias partem para atacá-los. Uma batalha intensa ocorre, porém controlada facilmente pelo grupo. Assim que eles finalizam com as múmias, o cenário se desfaz e eles voltam para uma pequena sala adornada apenas com um glifo no chão. Ao se aproximarem, veem um monge decrépito, em posição de meditação e com uma pequena chave nas mãos. Eles retiram a chave e, novamente, são sugados pela luz.

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Rafa_Tavares

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